28 de novembro de 2013

DUBLAGEM INESQUECÍVEL (19): CHAPARRAL






 Chaparral foi uma série criada por David Dortort, que também desenvolveu uma outra série: Bonanza.  Foi apresentada originalmente nos Estados Unidos, pela rede NBC, entre 10 de setembro de 1967 a 12 de março de 1971, num total de 98 episódios, com 4 temporadas.

  Mesmo com a forte comparação que Chaparral sofreu com suas antecessoras, a série alcançou um grande sucesso em todo mundo. Talvez por ter sido criada pelo próprio David Dortort, que também desenvolveu Bonanza, sabendo de forma brilhante inserir elementos suficientes para diferenciar ambos os programas e manter a qualidade nos dois.



Um dos destaques do seriado eram as belas paisagens, filmadas em locações externas no próprio Arizona, diferente de Bonanza que teve a maior parte de suas imagens gravadas em externas. Outra grande diferença entre as duas séries, é que enquanto Bonanza mostrava uma família em perfeita harmonia, Chaparral ousava ao trazer os Cannon em total descontrole.



A série gira em torno do ex-oficial da Guerra da Secessão John Cannon, mais conhecido como "Big John". Nos idos de 1870, logo após o conflito, o teimoso e determinado John resolve se instalar no Arizona e acaba virando proprietário do rancho Chaparral, localizado nas proximidades de Tucson, onde atualmente fica o deserto de Sonora.

 O lugar era conhecido por ser muito perigoso, com índios reclamando suas terras, além de bandidos e renegados do exército que circulavam por aqueles lados.









Patriarca da família Cannon, Big John tinha a ambição de estabelecer um monopólio na criação de gado naquele território, mas encontrou uma enorme resistência pois o local era infestado por índios. Com ele estavam seu irmão Buck, um beberrão bom de briga e viciado em pôquer; seu filho Billy Blue, que não conseguia agradar ao pai; e sua esposa Annalee, que após um ataque de índios foi vítima de uma flecha Apache e acabou morrendo.


Mesmo com a dolorosa perda, Big John não desiste de continuar com sua família no rancho Chaparral. Após superar a dor de ficar viúvo, mesmo ainda estando apaixonado pela falecida esposa, Big John conhece Victória, filha do rico fazendeiro mexicano, Don Sebastian Montoya, herdeira de grandes rebanhos, com quem acaba se casando.


 Na verdade o casamento faz parte de um acordo entre cavalheiros que acaba unindo as famílias Cannon e Montoya no esforço de conquistar aquele selvagem território. O irmão de Victoria, Manolito, que não se dá bem com o pai, resolve ajudar Big John a administrar o rancho e vai morar com o casal. Manolito é o responsável pela parte cômica da série, com aquele sotaque mexicano e jeitão engraçado.

 Após a 3ª temporada, a série saiu das mãos da Paramount e foi para a distribuidora Warner em co-produção com a Xanadu.

Este fato resultou no desentendimento do ator Mark Slade que preferiu se retirar da série, assim, na 4ª temporada, o personagem Billy Blue está afastado do Rancho Chaparral, devido a ir estudar no leste do país.





**A SÉRIE NO BRASIL**




Chaparral estreou no Brasil em 06 de fevereiro de 1969 pela TV Excelsior de São Paulo, a qual exibia às quintas-feiras às 22h. O sucesso veio praticamente de imediato e a emissora exibiu as duas primeiras temporadas até maio de 1970, alguns meses depois, em setembro, a Tv Excelsior encerrava as suas atividades devido à gravíssima crise financeira em que estava mergulhada.


Em abril de 1971, Chaparral retorna pela TV Record às sextas-feiras, às 22h., estando na grade de programação até julho de 1972.

Com o advento da TV a cores no Brasil, em 1972, a Tv Bandeirantes criou, em 1973, uma sessão de séries do gênero western consideradas clássicas.
 Sendo a 1ª vez que o público reveria essas séries coloridas fez um enorme sucesso por mais de dois anos e Chaparral retornou para a nossa televisão com muita audiência, fazendo com que a emissora além de exibir as três primeiras temporadas dubladas pela AIC, trouxesse também a 4ª temporada, a qual não houve condições da Excelsior e Record dublá-la e exibí-la.
A 4ª temporada, sem o personagem Billy Blue, foi dublada pelo estúdio Herbert Richers.



Em 1976 a Tv Bandeirantes altera a sua grade de programação e Chaparral retornaria em 1979 na Tv Record na sua famosa Sessão Bang Bang, onde ficou até 1982 aproximadamente.

Alguns anos depois, em 1985, a própria Tv Record retorna com Chaparral novamente, mas já nessa época a emissora apresentava debilidades financeiras e limitou-se a exibir somente a 1ª temporada até 1986.

Esta foi a última vez que Chaparral foi exibido em tv aberta e com a sua dublagem original.


Em 1997/98, o extinto canal a cabo Tele Uno exibiu integralmente a série, porém somente dublada em espanhol, uma vez que já havia desaparecido a dublagem brasileira num período de 11 anos.

Em 2007, o canal a cabo TCM traz a exibição da série integralmente, porém foi totalmente redublada.





**A DUBLAGEM DE CHAPARRAL**



 As três primeiras temporadas foram dubladas pela AIC e, certamente, nos deixam saudosos da qualidade com que foram realizadas.
Os dubladores envolvidos não deixaram que os personagens simplesmente falassem, tornando-os sem "sentimentos" como se fossem de um grande filme entre mocinhos, índios e bandoleiros.

Ao contrário, cada dublador mergulhou bem fundo no introspectivo, na personalidade de cada personagem e tivemos brilhantes dublagens.
Podemos frisar que Wilson Ribeiro talvez tenha feito um de seus melhores trabalhos com a dublagem de Manolito, onde em nenhum momento o deixou caricato, com um suave sotaque espanhol e garantindo as cenas cômicas do seriado, algo muito difícil de se conseguir somente com a voz.

**A exemplar dublagem de Manolito**

Marcelo Gastaldi, sempre mais escalado para comédias, esteve com um personagem dramático. Billy Blue é um rapaz problemático, que não consegue compreender as atitudes de seu pai e, frequentemente, entra em conflito pessoal.
Uma dublagem extraordinária demonstrando a sua total habilidade também para o drama.

**Billy Blue: dublagem marcante de Marcelo Gastaldi**

Astrogildo Filho fez um John Cannon extramente embrutecido pelo ambiente, com dificuldades de externar o seu amor ao filho. A partir da 2ªtemporada Francisco Borges seguiu rigidamente a mesma linha e não se percebe praticamente alterações nas dublagens, o que demonstra o respeito ao telespectador.

**A dublagem de Astrogildo Filho e Francisco Borges para "Big John"**

Acostumados a ouvir a dublagem de Flávio Galvão para o Major Nelson na série Jeannie é um Gênio, temos aqui a interpretação de um homem rude, um ex-soldado, que luta contra índios, beberrão, mas que consegue compreender a todos da família, sendo o equilíbrio entre "Big John" e o seu sobrinho. Vários momentos e a versatilidade de Flávio Galvão merece também nossos aplausos.


**A excelente dublagem de Flávio Galvão para Buck Cannon**

Há ainda a presença da doce voz de Áurea Maria, a qual sem dúvida foi perfeita para a personagem Victoria, que ia do amor ao desespero em diversas situações.

**A suave voz de Áurea Maria para Victoria**

Enfim, há todo um elenco de vozes para os atores convidados que demonstram o grande apogeu do estúdio AIC.


**RELAÇÃO / DUBLADORES FIXOS**

*John Cannon:
Astrogildo Filho (1ª voz) 
e Francisco Borges (2ª voz).
*Buck Cannon: Flávio Galvão.
*Victoria: Áurea Maria.
*Billy Blue: Marcelo Gastaldi
*Manolito(Manolo): Wilson Ribeiro.
*Don Sebastian Montoya: Xandó Batista.
*Narração de abertura: Carlos Campanile.


*RELAÇÃO / DUBLADORES / HERBERT RICHERS / 4ª TEMPORADA*


*John Cannon: Jomeri Pozzoli.
*Buck Cannon: Isaac Bardavid.
*Victoria: Ruth Shelske.
*Manolito(Manolo): Pádua Moreira.


**A REDUBLAGEM DE CHAPARRAL**



Em 2007/08, o canal a cabo TCM trouxe Chaparral para os brasileiros novamente e exibiu a série na íntegra, porém como não existia mais as dublagens originais da AIC e Herbert Richers, decidiram pela redublagem do seriado.

Infelizmente, devido à negligência total da distribuidora, a redublagem foi executada pelo estúdio VTI Rio. Em 2008, logo após o término do trabalho, o estúdio encerrou as atividades, retornando somente como uma distribuidora filiada a Viacom.

As críticas que são feitas às redublagens são de origem: primeiro em face a tantos descasos com trabalhos artísticos já realizados e, em segundo pela qualidade questionável de algumas já executadas.

Evidentemente, há redublagens muito boas, mas no caso de Chaparral verifica-se que foi uma das piores já vistas.
A direção de dublagem descaracterizou os personagens, deixando-os como simples imagens (ou bonecos) falando em português.
Todos os personagens ficaram sem a sua identidade particular (que havia na dublagem original). Talvez, o pior tenha ocorrido com o personagem Manolito, que perdeu as suas características engraçadas, sem o mínimo de sotaque espanhol, abrasileirando-o !!!!


Há também uma falta de força interpretativa para os demais personagens da série, o que a deixou como um simples e banal faroeste, sem a mínima preocupação com o telespectador.
Nesta redublagem, se percebe nitidamente que os dubladores fazem o seu trabalho isolado, pois não houve uma mão certa da direção em tentar harmonizar tantas diferenças entre os dubladores no tocante à qualidade.
Aqui, se houvesse a dublagem em conjunto ainda, talvez a qualidade não tivesse chegado a um nível tão ruim, para não dizer péssimo.

A redublagem de Chaparral está no "ranking" como uma das piores já vistas, só não perdendo para as dublagens amadoras feitas em Miami.
Sem dúvida, seria preferível exibir a série com legendas, pois não teríamos o desprazer de assistir a um trabalho tão mal tratado, sem dedicação.
Não culpamos os dubladores, mas sim a distribuidora que escolheu o estúdio e a direção de dublagem, ambos não se importaram com a qualidade do produto final.

 **Paul Winfield em Chaparral**


** Conseguimos o episódio nº 42, "Mar de Inimigos", da 2ª temporada de Chaparral.
Neste episódio, o roteiro é centralizado no personagem Billy Blue e no ator convidado Paul Winfield, havendo diversas cenas com os dubladores Marcelo Gastaldi e Carlos Campanile para o ator convidado.
Neste episódio temos uma verdadeira aula de dublagem de dois grandes mestres que enriqueceram a dublagem brasileira**


**Esta era a dublagem que a AIC realizava**





**Fonte de Pesquisa: Site InfanTV  e Acervo Pessoal.
**Colaboração: Edson Rodrigues e José Alexandre Garcia**


**Marco Antônio dos Santos**

15 de novembro de 2013

DUBLADORES DE DESENHOS E SÉRIES DE TV (11)


**A PRINCESA E O CAVALEIRO**
*Princesa Safiri: Ivete Jayme.
*Ching: Aliomar de Matos.
*Príncipe Franz:
 Zezinho Cútolo (1ª voz) e Siomara Naggy (2ª voz).
*Rei: José Carlos Guerra.
*Rainha: Sandra Campos.
*Satã:
 Gilberto Baroli (1ª voz) e Mário Jorge Montini (2ª voz).
*Plástico: ???
*Hekate: Rita Cleós.
*Duque Duralumínio: Waldyr Guedes.
*Lord Nylon: Dráusio de Oliveira.
*Garigori-Vespertino:
 Marcelo Gastaldi (1ª voz) e Francisco Borges (2ª voz).
*Narração: Francisco Borges.
***OBS>>>Este desenho teve a 2ª temporada dublada pelo estúdio CineCastro.


 **ALÉM DA IMAGINAÇÃO (1ª e 2ª temporadas)

*Rod Serling (Apresentador e narrador):
*Magno Marino (o mais frequente).
*Waldyr Guedes (em alguns episódios).
*Ronaldo Baptista ( em 6 episódios).


**LOOPY LE BEAU**

*Older Cazarré (1ª voz).
*Waldyr Guedes (2ª voz).
*Narração da abertura: Carlos Alberto Vaccari.

***OBS>>>Este desenho foi dublado para o Cinema e, posteriormente, foi exibido pela TV.



 **JAMES WEST (1ª TEMPORADA)**

*James West: Neville George.
*Artemus Gordon: Waldyr Guedes.

***OBS>>>As demais temporadas foram dubladas pelos estúdios: TV Cinesom/RJ (2ª), Dublasom Guanabara (3ª) e Herbert Richers (4ª e última temporada).



 **OLHO VIVO E FARO FINO**

*Olho Vivo: Waldyr Guedes.
*Faro Fino: Wilson Ribeiro.


**O SÓTÃO**

*Peter Deuel (David Willis): Ézio Ramos.
*Judy Carne (Julie Willis): Ivete Jayme.
*Rich Little (Stan Parker): Ioney Silva.
*Barbara Bostock (Carol Parker): Lucy Guimarães.
*Narração da abertura: Francisco Borges.


 **COELHO RICOCHETE E BLAU-BLAU**


*Coelho Ricochete: Olney Cazarré.
*Blau-Blau:
 Older Cazarré (1ª voz) e Ary de Toledo (em 2 episódios).
*Narração da abertura: Antônio Celso.


**IMPACTO (THRILLER)**

*Boris Karloff (apresentador e narrador): Turíbio Ruiz.


**BACAMARTE E CHUMBINHO**

*Bacamarte: Ary de Toledo.
*Chumbinho: Older Cazarré.


 **NANNY E O PROFESSOR**

*Juliet Mills (Nanny): Gilmara Sanches.
*Richard Long (Prof. Harold Everett): Wilson Ribeiro.
*David Doremius (Hal Everett): Orlando Viggiani.
*Kim Richards (Prudence Everett): Maria Inês.
*Trent Lehman (Butch Everett): Aliomar de Matos.
*Narração da abertura: Carlos Alberto Vaccari.

**Marco Antônio dos Santos**

7 de novembro de 2013

A DUBLAGEM DO FILME "RAÇA BRAVA"




Raça Brava foi produzido em 1966 pela Universal Estúdios e retrata um roteiro bem diferente dos habituais faroestes. O objetivo do estúdio já era renovar o gênero, o qual já dava indícios que estava entrando em declínio.

Após a morte de seu marido, Martha Price (Maureen O'Hara) e sua filha Hilary (Juliet Mills) decidem seguir o sonho do falecido: popularizar a raça de touros Hereford no Oeste Americano. Elas leiloam seu touro premiado para um fazendeiro inglês no Texas e partem em viagem rumo ao Oeste. Durante o caminho, o cowboy de rodeiros, Sam Burnett (James Stewar) os acompanha, com a intenção de roubar o touro. No entanto, ele se apaixona por Martha. Com o árduo trabalho de transportar em segurança o touro, o grupo passará por grandes aventuras nessa viagem.


Martha Price decidida ao lado de sua filha, Hilary, e do cowboy Sam Burnett, resolve partir para o distante Texas com o objetivo de implantar a criação de gado da raça Hereford na região. A iniciativa dela esbarra na mentalidade dos fazendeiros texanos que acham o animal inapropriado para criação por causa do clima hostil e inóspito.



Raça Brava é um faroeste diferente que lida com um tema pouco comum no gênero  (a implantação do gado Hereford nas fazendas do oeste). A raça Hereford é natural da Inglaterra e só chegou aos Estados Unidos no século XIX. Forte e resistente hoje domina as fazendas americanas, o que não deixa de ser irônico pois quando chegou na América encontrou grande resistência no mercado pecuarista. Embora baseado em fatos reais o filme toma várias liberdades, preferindo deixar o tom mais sério de lado para abraçar um desenvolvimento mais soft, leve, de pura diversão.

Há cenas cômicas (como a luta inicial dentro de um curral) e uma abordagem mais romântica na fase final da produção mas no saldo final, mesmo não sendo um produto historicamente fiel aos fatos, vale como diversão familiar descompromissada.


O incidente com a carroça presente no filme, envolvendo Martha e Hilary , aconteceu realmente e foi mantido no filme. Devido à uma falha técnica, a carroça rolou por cima das atrizes Stephanie Epper e Patty Elder, que felizmente, saíram ilesas devido à um espaço na carroça que as impediu de serem esmagadas. Após o choque, elas viram que estavam apenas com ferimentos leves. O diretor manteve esse plano no filme.


**Maureen O'Hara, Brian Keith e James Stewart**


**ATORES PRINCIPAIS / PERSONAGENS / DUBLADORES** 
  • James Stewart.... (Sam Burnett):  Waldyr Guedes.
  • Maureen O'Hara... (Martha Evans):  Líria Marçal.
  • Brian Keith.... (Alexander Bowen):  Garcia Neto.
  • Juliet Mills.... (Hilary Price):  Lucy Guimarães.
  • Don Galloway.... (Jamie Bowen):  Marcos Miranda.
  • David Brian.... (Charles Ellsworth):  Borges de Barros.
  • Jack Elam.... (Deke Simons):  Marthus Mathias.
  • Ben Johnson... (Jeff Harter):  Muíbo César Cury.
      Há ainda as vozes de Isaura Gomes, Francisco Borges entre outros.


**A DUBLAGEM DA AIC**

Este filme, devido às suas características, logo chegou às emissoras de tv, assim sua dublagem data de 1969, época em que a AIC ainda brilhava com extrema qualidade nos seus trabalhos.

Sem dúvida, há uma direção de dublagem perfeita, realizada com grande competência e também na escalação dos dubladores para os personagens.

Além de Waldyr Guedes e Líria Marçal que sempre deixaram uma marca de qualidade em todas as dublagens que realizaram, houve uma grande oportunidade para Lucy Guimarães que nos emociona com uma interpretação brilhante da atriz Juliet Mills, em alguns momentos dramáticos em que a personagem Hillary enfrenta, como a sua despedida do touro inglês.



Há  a presença de Marcos Miranda com sua voz melódica, ainda dando seus primeiros passos numa extensa carreira de extraordinárias dublagens.

Talvez o fato mais curioso é o retorno de Marthus Mathias à AIC. Este dublador se dedicou a outros projetos se afastando da dublagem por cerca de 4 anos, o que levou a sua substituição por Alceu Silveira nas últimas temporadas do desenho Os Flintstones.
Em Raça Brava faz esplendidamente o vilão Deke Simons.

Enfim, o filme Raça Brava é uma agradável aventura com uma qualidade ímpar na dublagem, a qual a AIC realizava frequentemente.

**Aqui, vamos relembrar 3 momentos da dublagem de Raça Brava**


*Vídeo 1: Líria Marçal, Borges de Barros e Waldyr Guedes*


*Vídeo 2: O acidente da carroça e a presença de Martus Mathias*


*Vídeo 3: A dublagem exemplar de Lucy Guimarães*



**Fonte de Pesquisa: livro "Adoro Cinema"
autor: Octavio Caruso.
e Acervo Pessoal.


**Marco Antônio dos Santos**