27 de março de 2013

MEMÓRIA AIC (17): BATFINO


Na década de 1960, os estúdios Hanna Barbera dominavam a televisão com suas ótimas produções. Esporadicamente, foram criando espaço as produções japonesas e até produções de outros estúdios americanos como BatFino.

 Criado por Hal Seeger e apresentado originalmente nos Estados Unidos, entre setembro de 1967 a outubro de 1967, num total de 100 episódios, este desenho animado fazia uma paródia  da série Batman e o Besouro Verde.

 Produzido pela Hal Seeger Studios e também por Bill Ackerman Productions em Midland Park, Nova Jersey sendo distribuído pela Screen Gems.

BatFino foi feito às pressas e de maneira econômica reutilizando várias cenas comuns a série, em vez de ter que reanimar cenas quase idênticas a cada episódio.
 Embora a maioria das animações consecutivas fizessem isto até certo ponto, mas BatFino fez  na maioria delas. Algumas cenas foram usadas todas novamente num episódio, alguns apareciam esporadicamente e em outras só eram algumas vezes repetidas durante a série inteira.


Em muitos episódios BatFino era colocado numa situação aparentemente fatal. Neste momento, a ação era congelada e o narrador perguntava ironicamente e dramaticamente se BatFino sobreviveria, então a ação era continuada com BatFino sobrevivendo, graças ao uso de seus super-poderes. 


BatFino tinha à sua disposição duas superpotências principais: o radar de sonar super-sônico e suas asas metálicas. Pelo menos um destes ele usava num episódio para ajudá-lo a pegar um sujeito ruim. O radar super-sônico era uma versão superpotente do sonar dos morcegos e normalmente mostrava as letras "BEEP" e às vezes alguns "BEEP BEEP" que emanavam de sua boca e iam voando até aonde quer ele precisasse ir, sempre acompanhada pelo seu barulho característico das letras. Também os inimigos podiam ver as letras chegando até eles e ficavam assustados.




As asas metálicas de Bat Fino podiam ser enroladas ao redor do seu corpo como se fosse uma capa protetora contra a maioria dos ataques, enquanto geravam frases que lembravam alguma propaganda famosa "Suas balas (facas, dardos, etc.) não podem me prejudicar minhas asas, pois elas estão com uma proteção de aço!".

 Em alguns episódios BatFino afirmava que suas asas eram de aço, mas em outros, declarava explicitamente que não eram , por isso ele sempre levava consigo uma lata com removedor de mancha para mantê-las sempre polidas.



Suas asas também o ajudavam a voar velocidades enormes e usavam frequentemente para ajudar a escapar de uma morte certa ou cortado em pedaços, quando era capturado. Muitas vezes, também impediam que ele afundasse na água, apesar de serem pesadas e feitas de metal. No episódio final "Batfink: this is Your Life" são explicadas a vida de BatFino, sua juventude e como as suas asas reais foram substituídas.


BatFino também utilizava um pequeno "fusca" (Volkswagen) feito sob encomenda chamado Batillac (para rimar com Cadillac) e era todo equipado com muitas proteções e barreiras. Deste modo, quando o carro batia ou se chocava com um onda sonora, ele permanecia intacto.

 Em alguns episódios, BatFino costumava dizer que o Batillac era equipado com um plutônio termo-nuclear e Karatê complementava dizendo que ele também é uma bomba.


 Essa expressão humorística era utilizada na maioria das situações em que mostravam que o isolamento de plutônio não tinha uso real e que podia causar mais danos do proteção de fato.




**Os vilões contra BatFino**


BatFino era um morcego com superpotências. Ele usava radar sonar super-sônico e asas metálicas na luta contra o crime. Em seu último episódio da série era revelado como ele tinha perdido as suas asas naturais quando criança, contava a história de sua mãe e o que o levou a se tornar um defensor da justiça.


Karatê era um perito em artes marciais (para parodiar o companheiro oriental Kato do Besouro Verde), companheiro de BatFino e também dirigia o Batillac.
 Ele era bastante grande e forte para ajudar BatFino a sair de qualquer situação.

 O Chefe era o consultor de BatFino e informava a ele de todos os recentes crimes através de uma ligação de vídeo direta para a caverna do BatFino.




Mesmo tendo sido uma produção altamente econômica, o desenho fez
um enorme sucesso nos Estados Unidos, chegando a se tornar um "cult" dos anos 60, tendo sido exibido diversas vezes pela tv a cabo americana desde meados da década de 1980, pois depois de alguns meses "descansando", sempre retorna à programação dos canais especializados em desenhos.

Hal Seeger e Bill Ackerman Productions também criaram o desenho animado "Milton, o Monstro", porém não conseguiu obter o sucesso de BatFino.




**BATFINO NO BRASIL**

BatFino estreou no Brasil em meados de 1968 pela TV Record e, assim como nos Estados Unidos, fez um enorme sucesso entre a garotada. O desenho fazia parte da grade da programação, juntamente com os clássicos de Hanna Barbera.


A TV Record exibiu durante muito tempo a produção de Hal Seeger, durante suas tardes. Como os episódios tinham curta duração, eram exibidos cerca de quatro por dia.


Após um período fora do ar, retornavam para exibição, mas no início da década de 1970 BatFino foi adquirido pela TV Bandeirantes, aproveitando também a exibição da série Batman, em 1972.


Ninguém imaginaria que este desenho tinha tanta força, mas ainda retornou duas vezes para a TV Record, no final dos anos 70 e meados da década de 1980.


Há notícias que tenha também sido lançado em dvd, mas houve pouca repercussão do fato.
Além disso, chegou a ser exibido pela tv a cabo no Brasil, ainda na estrutura clássica do canal Boomerang. 




**A DUBLAGEM AIC**


Certamente, ainda existir essa dublagem original da AIC é digna de louvarmos à distribuidora!

Basicamente, quatro dubladores fizeram uma dublagem exemplar e que garantiu muito mais a audiência que o desenho obteve.

BatFino foi dublado por Carlos Alberto Vaccari, que fez um falsete muito curioso para o personagem, demonstrando sua capacidade extraordinária também com desenhos. Se pensarmos na voz do personagem "Mingo" da série Daniel Boone, verifaremos a sua excelência profissional.




**Vaccari: a voz perfeita de BatFino**

Karatê já foi dublado pelo experiente José Soares, que realmente criou a voz com uma interpretação muito própria para o personagem.



**A experiência de José Soares**



O narrador ficou com Wilson Ribeiro, o qual fazia as frases ironicamente e também com dramaticidade.


O Chefe, numa clara paródia ao personagem Chefe O'Hara da série Batman, surgia num televisor sempre pedindo auxílio a BatFino, demonstrando que a polícia nada conseguiria fazer contra um determinado vilão. 
O Chefe foi dublado por Miguel Rosenberg, o qual ficou um curto período na AIC, se transferindo logo para o Rio de Janeiro, onde fez uma extensa carreira na dublagem.




Evidentemente, muitos poderiam se perguntar: como este desenho conseguiu tantos fãs desde 1968 ? 
Talvez, a dublagem realizada pela AIC foi tão perfeita que fizemos uma "memória auditiva do desenho", o qual além de nos remeter a algum lugar ou a algum tempo, nos leva a admirar mais uma extraordinária dublagem.


**Vamos relembrar BatFino em dois vídeos:


**VÍDEO 1/ 

OBS> O vilão Hugo Ago-Go é dublado por Flávio Galvão.


**VÍDEO 2/
OBS> Um dos irmãos trapezistas é dublado por Eleu Salvador.



**Marco Antônio dos Santos**

14 de março de 2013

CONVERSANDO SOBRE JOÃO PAULO RAMALHO




**ESCLARECIMENTO:  Localizamos na cidade de Praia Grande, litoral de São Paulo, a irmã do dublador João Paulo Ramalho.
 Entramos em contato, pessoalmente, com Maria José Ramalho de Oliveira, a qual nos forneceu algumas informações a respeito da biografia de seu irmão.
Encontro realizado em 13/01/2013 em sua residência.

OBS> Procuramos retirar o máximo da oralidade do texto.

***************

M.A.: Primeiramente, quero lhe agradecer Maria José por ter nos recebido, para trazer mais dados para os fãs do João Paulo que estão espalhados pelo Brasil.

M.J.: É bom saber que meu irmão é ainda lembrado por algumas pessoas !


M.A: Vocês são de São Paulo ? Como foi a infância de vocês ?

M.J.: Meu irmão nasceu em 6 de agosto de 1932. Sou mais nova apenas dois anos. Praticamente somos de São Paulo. Nascemos numa cidadezinha do interior chamada Olímpia. Passamos alguns poucos anos lá, mas meu pai foi transferido para São Paulo quando tínhamos por volta de 10 anos de idade, mais ou menos. Por isso, acabamos sendo mais paulistanos !


M.A.: O João Paulo sempre demonstrou vocação em querer seguir a carreira artística ?

M.J.: A adolescência naquela época era muito diferente e o  meu irmão adorava desde uns 14 anos de idade, ouvir os programas de Rádio, mas era fã das radionovelas. Eu me lembro de que ele ficava sempre lembrando minha avó paterna, que morava conosco, para não esquecer de ligar o Rádio. Ele já dizia que queria ser artista, mas o que mais o deixava apaixonado eram as radionovelas. Na realidade, já com uns 16 anos queria ser radioator.


M.A.: E como ele conseguiu ?

M.J.: Primeiro, foi muito difícil convencer a meu pai sobre essa carreira. Lembro que havia certos conflitos, porque o João Paulo já frequentava algumas Rádios para ser conhecido. Meu pai, então, resolveu dar a ele uma proposta: ele frequentaria um curso superior e depois de formado poderia seguir a carreira artística.


M.A.: Foi isso o que ocorreu ?

M.J.: Bem, o João Paulo começou a frequentar o curso de Direito, mas sempre vivia infiltrado nas diversas emissoras de Rádio, sem que meu pai soubesse, é logico. Dessa forma, ele foi formando um círculo de amigos e assim que se formou conseguiu um pequeno personagem, creio que na Rádio Difusora. No fim, meu pai acabou cumprindo a palavra, porque ele já havia feito uma faculdade, mas era radioator.


M.A.: Como foi a carreira de radioator ?

M.J.: Meu irmão era motivado pela paixão em interpretar e, rapidamente, foi conseguindo personagens de maior destaque. Confesso a você, Marco Antônio, não pelo fato de ser o meu irmão, mas o João Paulo tinha uma força extraordinária  para fazer radionovela, para mim era um dos melhores devido, não só a voz, mas também à interpretação.


M.A.: Como foi para ele o declínio da radionovela ?

M.J.: Foi difícil. Ele não aceitava. Ele tinha até reservas contra as novelas da tv por causa disso. A última rádio em que atuou foi a Rádio São Paulo, onde ficou durante muitos anos. Nos anos 60, muitos radioatores já estavam indo para a dublagem, porque a Rádio São Paulo foi desativando, aos poucos, as radionovelas. Ele, praticamente ficou até o final, mas aí as condições financeiras começaram a apertar a situação. Muitos colegas seus, que estavam na dublagem, diziam que era o novo caminho. Mas somente com a insistência do Wolner Camargo é que fez com que ele fosse para a dublagem. No início achava meio estranho, mas depois também se apaixonou pela profissão, porque poderia interpretar diversos personagens.


M.A.: Você se lembra de algum fato sobre esse período da dublagem ?

M.J: Nessa época, já estávamos morando separados, porque cada um já havia casado. Eventualmente, ele citava que adorava dublar os atores mais dramáticos e os vilões.


M.A.: Ele dublou, mais ou menos de 1965 até 1976 quando o estúdio AIC encerrou as atividades, o que ocorreu depois ?

M.J.: O João Paulo possuía uma certa dificuldade para lidar com as mudanças que ocorrem nas nossas vidas. Tudo muda para todo mundo. Quando a AIC fechou, ele se isolou um pouco, mas ainda fez algumas dublagens, mas como fazia algumas pontas em novelas da Tupi, ele acreditava que um dia teria um bom destaque numa novela. Mas, a Tv Tupi estava em declínio e isso nunca ocorreu. Com a falência da Tupi, ele viu que essa porta se fechava definitivamente. Aí, ele sempre teve grandes amigos, e o Davi Cardoso começou a chamar para participar de alguns filmes nos anos 70.


M.A.: Um filme em que ele é muito lembrado é "Jeca e o seu Filho Preto" do Mazzaropi, houve outros ?

M.J.: Esse filme, ele gostou muito de ter participado, porque inclusive eu acho até que ele fez um advogado, se não me engano. Mas, vivíamos num período onde o Cinema brasileiro era muito censurado, filmes de baixa qualidade e isso o desanimou, porque não surgiram bons personagens. Foi um período muito difícil !


M.A.: Mas ele retornou à dublagem na década de 80 e 90 com sucesso.

M.J.: Meu irmão, novamente, foi lembrado para dublar por um grande amigo do meio da dublagem. Eu acho que foi no estúdio Álamo onde ele retornou, além de dirigir dublagens. Aí, estando no meio da dublagem, os convites retornaram. Algumas vezes dublava um personagem em um filme, mas os anos haviam passado, muita coisa mudou e não era mais escalado para tantos personagens, porque ele gostava mais de dublar do que dirigir a dublagem, mas financeiramente compensava um pouco mais.


M.A.: Porque ele abandonou a dublagem ?

M.J: No final dos anos 90, ele começou a se sentir cansado, mas digo fisicamente mesmo. Não sei exatamente o ano, talvez tenha sido já em 2000, ele descobriu que tinha uma doença no fígado e que precisava de um longo tratamento. Nessa época, ele estava divorciado e eu já estava viúva. Aí, o convidei a vir morar comigo aqui no litoral para que eu pudesse cuidar do seu tratamento. Infelizmente, a sua insuficiência hepática não permitia que ele trabalhasse mais e se deslocasse para os estúdios de dublagem, porque necessitava de muito repouso.


M.A.: Ele faleceu desse problema no fígado ?

M.J.: Infelizmente sim. Apesar de que morou comigo durante alguns anos, mas praticamente ninguém sabia o que havia ocorrido com ele. O João Paulo não queria que as pessoas soubessem que ele estava muito doente, por isso você encontrou dificuldades em saber informações a respeito.


M.A.: Quando ele faleceu ?

M.J: Foi em 10 de dezembro de 2006. Quanto às fotos da carreira dele, tudo isso ficou com os meus sobrinhos em São Paulo.


M.A.: Muito obrigado por este depoimento !

M.J.: Eu agradeço imensamente em poder falar sobre o meu irmão que foi um excelente artista, embora totalmente esquecido, mas fico feliz em saber que há pessoas que ainda admiram o seu trabalho e se lembram dele !

**Aqui, temos a dublagem de João Paulo Ramalho para o personagem Ulisses ! 



**Marco Antônio dos Santos**

2 de março de 2013

GUIA DE DUBLAGEM (24): JORNADA NAS ESTRELAS / 2ª TEMPORADA


A primeira temporada da série apostou mais no trio principal, o capitão James Kirk, seu primeiro oficial e oficial de ciências vulcano Spock e o médico de bordo, Leonard McCoy. Com seus roteiros sofisticados, Jornada nas Estrelas se mostrou uma alternativa a mais no conjunto das séries de ficção da mesma época e conquistou um grupo leal de fãs.

O segundo ano (1967-1968) manteve e até aumentou o padrão de qualidade da série com episódios excelentes como "A Máquina da Destruição", "Tempo de Loucura", "O Espelho", "Viagem a Babel" e "Triskelion". Agora, além do grande trio, os produtores apostaram em desenvolver um pouco mais os outros personagens.

Os que mais foram  melhor explorados foram o engenheiro chefe Scott e um recém-chegado à equipe: o alferes Checov. De origem russa, o personagem se juntou ao elenco nesta 2ª temporada, produzida no auge da Guerra Fria, mostrando mais uma vez, a veia revolucionária da série.

Tentamos aqui, remontar os dubladores que participaram da 2ª temporada, uma tarefa complicada pelos seguintes fatores:

1 - O áudio disponível foi o da última exibição de Jornada nas Estrelas pela TV Bandeirantes em 1982/83, porém nesse período, alguns episódios deixaram de ser exibidos, pois já estavam sem a dublagem original. No caso da 2ª temporada temos 1 episódio nessas condições, o qual desde a década de 1970 já não apresentava mais a dublagem.


2 - Inexplicavelmente, 2 episódios nunca chegaram a ser dublados pela AIC. Somente foram exibidos no Brasil com a redublagem, em 1991. Um desses episódios pertence à 2ª temporada.


3 - Outra curiosidade é quanto à narração do título do episódio. A partir da 2ª temporada o próprio dublador do capitão Kirk (Astrogildo Filho) narra o título do episódio e diz: "Versão Brasileira AIC São Paulo". 


4 - A narração da abertura continuou a mesma, a qual foi realizada por Antônio Celso, até o término da série.







ELENCO DE DUBLADORES DA 2ª TEMPORADA


*Capitão Kirk:
Dênis Carvalho (em 1 episódio) e Astrogildo Filho até o final.
*Sr. Spock: Rebello Neto.
*Dr. McCoy:
Neville George (em 1 episódio) e João Ângelo até o final.
*Engenheiro Scott: Carlos Campanile.
*Tenente Uhura: Helena Samara.
*Sr. Sulu: Eleu Salvador.
*Alferes Checov:
Marcelo Gastaldi (em 1 episódio) e Olney Cazarré até o final.
*Enfermeira Chapel: Líria Marçal.


 **ATORES CONVIDADOS/ DUBLADORES / 26 EPISÓDIOS**


30 - CATSPAW

*Antoinette Bower (Sylvia): Siomara Naggy.

*Theo Marcuse (Korob): Alceu Silveira.
*Mike Barkier (Sr. Deballe): Magno Marino.



*Observações*


1 - Não há narração do título do episódio em português, porém a Tv Bandeirantes denominava, nos créditos, como "O Caminho das Estrelas", o qual , curiosamente, é o título da série em Portugal.

A redublagem realizada deu o título de "O Dia das Bruxas".

2 - Último episódio que Dênis Carvalho dubla o capitão Kirk.


3 - Último episódio que Neville George dubla o Dr. McCoy.


4 - Único episódio que Marcelo Gastaldi dubla o alferes Checov.



31 - METAMORFOSE


*Glenn Corbett (Zefram Cochrane): Osmiro Campos.

*Elionor Donahue (Nancy Hedford): Magda Medeiros.
*Voz da energia alienígena: Magda Medeiros.



*Observações*


1 - A partir deste episódio, Astrogildo Filho passa a dublar o capitão Kirk até o final da série.


2 - A partir deste episódio, João Ângelo passa a dublar o Dr. McCoy até o final da série.


3 -A partir deste episódio, Olney Cazarré, passa a dublar o alferes Checov até o final da série.



32 - SEXTA-FEIRA


*Julie Newmar (Ellen): Áurea Maria.

*Michael Dante (Maab): Carlos Alberto Vaccari.
*Tige Andrews (Kras): Magno Marino.
*Ben Cage (Akaar): ???



33 - O LAMENTO POR ADÔNIS


*Michael Forest (Apollo): Wilson Ribeiro.

*Leslie Parrish (Carolyn): Isaura Gomes.




34 - TEMPO DE LOUCURA


*Celia Lovsky (T'Pau): Judy Teixeira.

*Arlene Martel (T'Pring): Áurea Maria.
*Byron Morrow (Almirante Komack): Hugo de Aquino Júnior.





35 - A MÁQUINA DA DESTRUIÇÃO


*William Windom (Comodoro Decker): Aldo César.

*Elizabeth Rogers (Tenente Palmer): Magda Medeiros.




36 - O LOBO


*John Fielder (Hengist): Aldo César.

*Charles Macauley (Jaris): Dráusio de Oliveira.
*Joseph Bernard (Tark): Arquimedes Pires.
*Charles Dierkop (Morla): ???
*Pilar Seurat (Sybo): Sônia Moreira.




37 - A MUDANÇA


*Voz do Anti-homem: Carlos Alberto Vaccari.





38 - THE APPLE (O FRUTO PROIBIDO)


**Este foi um, dos dois episódios, que jamais foram dublados pela AIC.

 Sua exibição só ocorreu em 1991, através da extinta Rede Manchete e com a redublagem da série.
O episódio recebeu o título de "O Fruto Proibido".



39 - O ESPELHO


*Barbara Luna (Marlena): Isaura Gomes.

*Vic Perrin (Tharn): Magno Marino.
*Voz do computador: Ary de Toledo.






40 - OS ANOS MORTAIS


*Charles Drake (Comodoro Stocker): Carlos Alberto Vaccari.

*Sarah Marshall (Dra. Janet Wallace): Isaura Gomes.
*Beverly Washburn (Tenente Galway): ???
*Felix Locher (Robert Johnson): Xandó Batista.




41 - MUDD


*Roger C. Carmel (Mudd): Carlos Alberto Vaccari.

*Richard Tatro (Norman): Osmiro Campos.
*Alyce Andrece (andróide 250): Magda Medeiros.
*Rhae Andrece (andróide 500): ???
*Kay Elliot (Stella Mudd): Maria Inês.





42 - O PROBLEMA


*William Scharllert (Nilz Baris): Francisco José.

*William Campbell (Koloth): Dráusio de Oliveira.
*Stanley Adams (Cyrano Jones): José Soares.
*Whit Bissel (Lurry): Batista Linardi.
*Charlie Brill (Darvid): Nelson Baptista.
*Michael Pataki (Korax): Ary de Toledo.
*Ed Reimers (Almirante Fitzpatrick): Magno Marino.



43 - O CIRCO


*William Smithers (Merix): Aldo César.

*Logan Ramsey (Claudius): Magno Marino.
*Rhodes Reason (Flavius): Hugo de Aquino Júnior.
*Ian Wolfe (Septimus): Xandó Batista.
*William Bramley (policial-chefe): Arquimedes Pires.
*Narrador dos jogos para a tv: Francisco Borges.





44 - VIAGEM A BABEL


*Mark Lenard (Sarek): Borges de Barros.

*Jane Wyatt (Amanda): Dulcemar Vieira.
*William O'Connell (Thelev, espião andoriano): Ary de Toledo.
*John Wheeler (Gav, embaixador talarita): Aldo César.
*Reggie Nalder (Shras, embaixador andoriano): Wilson Kiss.




45 - GUERRA PARTICULAR


*Nancy Kovack (Nona): Isaura Gomes.

*Michael Witney (Tyree): Flávio Galvão.
*Ned Romero (Krell): Magno Marino.
*Booker Bradshaw (Dr. M. Bonga): Wilson Kiss.
*ArthurBernard (Apella): Sílvio Navas.




46 - TRISKELION


*Joseph Ruskin (Galt): Magno Marino.

*Angelique Pettython (Shahna): Magda Medeiros.
*Steve Sandor (Lars): ???
*Jane Ross (Thamcon): Joferraz.
*Voz do Produtor 1: Arquimedes Pires.
*Voz do Produtor 2: Sandra Campos.
*Voz do Produtor 3: Sílvio Navas.




47 - OBSESSÃO


*Stephen Books (alferes Garrovick): Ary de Toledo.

*Jerry Ayres (Rizzo): Hugo de Aquino Júnior.




48 - A IMUNIDADE


*Não houve atores convidados neste episódio.






49 - UM PEDAÇO DE AÇÃO


*Anthony Caruso (Bela): Ary de Toledo.

*Victor Tayback (Krako): Borges de Barros.
*Lee Delano (Kalo): João Paulo Ramalho.
*John Harmon (Zepo): ???
*Steve Marlo (Zabo): ???
*Dyanne Thorne (1ª garota): Magda Medeiros.
*Sharyn Hillyer (2ª garota): Isaura Gomes.
*Sheldon Collins (garoto): Maria Inês.




50 - POR UM OUTRO NOME


*Warren Stevens (Rojan): Francisco José.

*Barbara Bouchet (Kelinda): Sônia Moreira.
* Stenart Moss (Hanar): Ary de Toledo.
*Robert Fortier (Tomar): ???
*Lezlie Dalton (Drea): Magda Medeiros.



51 - VOLTA AO AMANHÃ


*Diana Muldaur (Dra. Ann Mulhall): Maximira Figueiredo.

*Voz de Talassa: Áurea Maria.
*Voz de Sargon: Ary de Toledo.
*Voz de Enochi: Hugo de Aquino Júnior.




52 - MODELOS DE FORÇA



**Este episódio, apesar de ter sido exibido pela TV Bandeirantes, não o conseguimos para análise**





53 - OS COMPUTADORES


**Este episódio, apesar de ter sido exibido pela TV Bandeirantes, não o conseguimos para análise**





54 - GLÓRIA



**Este é o 3º episódio que não foi exibido pela TV Bandeirantes, pois já
havia perdido a dublagem**
A redublagem, realizada pelo estúdio VTI, deu o título de "A Glória de Ômega"




55 - VIAGEM À TERRA


*Robert Lansing (Dr. Seven): Wilson Ribeiro.

*Terri Garr (Roberta Lincoln): Magda Medeiros.
*Lincoln Demyan (sargento): Hugo de Aquino Júnior.
*Don Keefer (Cromwell): Francisco José.
*Morgan Jones (Coronel Nesvig): Borges de Barros.
*Voz do comando espacial: José Soares.
*Voz do computador: Joferraz.








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Parabenizamos a todos que participaram desta 2ª temporada de Jornada nas Estrelas (dubladores, técnicos, etc.), demonstrando uma dublagem exemplar em todos os aspectos: interpretação, impostação da voz e finalização sonora da música e efeitos especiais.
Esta é a verdadeira dublagem de Jornada nas Estrelas!!!



**Marco Antônio dos Santos**